segunda-feira, 9 de setembro de 2013

TERRITÓRIO DENTRO DE NÓS

 







O Território dentro de nós agrega um conjunto de intervenções artísticas que reflectem sobre a cidade contemporânea e as desventuras do seu espaço público. As LINHAS CRUZADAS tecidas por quatro estruturas culturais da Cidade de Coimbra atravessam a sua Baixa e revelam lugares e vivências.

As praças e os largos, a gente que neles vive e que por eles passa, remetem-nos para as temáticas da origem e da comunidade, mas também do futuro e da imaginação. Afinal, este é o território que soçobrou perante o triunfo dos centros comerciais, mas que conserva a promessa de se reinventar com novos usos.
Este é o território que perdeu população, mas que continua a atrair novos residentes. É um território convertido em local de passagem, mas cujas praças insistimos em reclamar.
Que espaço público é este? E que arte é que nele cabe?

AUDIO-CRISE (INSTALAÇÃO SONORA)
Pela Casa da Esquina
Esplanada do Café St. Cruz, 13 de Setembro, 16h – 18h

PAISAGENS SONORAS DO CENTRO HISTÓRICO DE COIMBRA (INSTALAÇÃO SONORA)
Pelo Jazz ao Centro Clube
Largo do Poço, 13 e 14 de Setembro,17h às 19h

UM SALÃO NO CORAÇÃO DA BAIXA (VISITAS GUIADAS )
Pelo Jazz ao Centro Clube
Salão Brazil, 13 e 14 de Setembro, 18h às 19h

VIZINHOS DO ROMAL (TEATRO)
Pelo Bando à Parte d’O Teatrão
Largo do Romal, 13 e 14 de Setembro, 19h

URBANSCAPES (VÍDEO)
Pelo Círculo de Artes Plásticas
Praça do Comércio, 13 e 14 de Setembro, 21h30

DA NOSSA JANELA OUVIMOS O MUNDO! (CONCERTOS)
Pelo Jazz ao Centro Clube
TiãoDuá (Brasil) Salão Brazil, 13 de Setembro, 22h30
Laura Lopes (Brasil) Salão Brazil, 14 de Setembro, 22h30

GUERRILHA URBANA (PERFORMANCE)
Pela Casa da Esquina
Locais não revelados da Baixa de Coimbra, 14 de Setembro, 16h – 18h

ENTRADA LIVRE (excepto concertos Salao Brazil)

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Apresentação do Livro Brasil periferia(s): a comunicação insurgente do hip-hop de Andreia Moassab

No âmbito do ciclo de conversas Economias Improváveis, a Casa da Esquina apresenta no dia 3 de Setembro pelas 18h30 o livro de Andreia Moassab Brasil periferia(s): a comunicação insurgente do hip-hop, com a presença da autora no espaço da Casa na Rua Aires de Campos nº6, em Coimbra.

Sobre o Livro:
Está acontecendo uma guerra nas periferias de São Paulo – e não só nelas, mas também nas periferias de diversas grandes cidades brasileiras e mundiais. Suas principais armas, segundo a  pesquisadora Andréia Moassab, são ritmo e poesia (rhythm and poetry), o rap engajado e a “consciência” do movimento hip-hop1. Na obra Brasil periferia(s): a comunicação insurgente do hip-hop, Moassab reflete sobre a comunicação contra- hegemônica, espaço de resistência discursiva e ressignificação simbólica de identidades e contextos sociais.  Colocando em questão a organização urbana e as estratégias políticas de planejamento das cidades, a autora nos conduz ao primeiro ponto da discussão: a segregação espacial, que empurra os pobres para as periferias mal estruturadas, com pouco acesso aos serviços básicos de educação, transporte e saúde.
 O livro, originalmente tese de doutorado defendida no Programa de Comunicação e Semiótica, sob a orientação do Prof. Dr. José Luiz Aidar Prado, na PUC-SP, desvela narrativas da xenofobia classista e étnica acalentadas semanalmente por jornais e revistas de grande circulação, míopes ao fato de que o Brasil periferia é um constructo histórico/cultural calcado na desigualdade, e, sobretudo, eivado de preconceito. Atenta não apenas ao hip-hop, a pesquisadora reconhece outros movimentos configurando-os como micropolíticas de resistência tais quais os dos sem-teto, sem-terra, catadores de material reciclável, do passe livre, e também as rádios comunitárias. Mas será o hip-hop o objeto central de sua discussão

Andréia Moassab: arquiteta e urbanista, doutora pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica da PUCSP. Autora do livro "Brasil Periferia(s): a Comunicação Insurgente do Hip-Hop" (Educ/Fapesp, 2011). Estágio de doutoramento no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (Portugal), sob orientação do prof. doutor. Boaventura de Sousa Santos. Em seus trabalhos tem abordado habitação, cidades, movimentos sociais, gênero, racismo, mídia e identidade. Morou e trabalhou em Cabo Verde (África) onde foi consultora do MDHOT - Ministério do Desenvolvimento, Habitação e Ordenamento do Território - e das Nações Unidas. Foi coordenadora de investigação [pesquisa] do Centro de Investigação em Desenvolvimento Local e Ordenamento de Território da Universidade de Cabo Verde (2009-2012). Atualmente é professora adjunta e coordenadora do curso de arquitetura e urbanismo da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Brasil).

segunda-feira, 29 de julho de 2013

sábado, 27 de julho de 2013

Curso de práticas contemporâneas Teatrais – Teatro Site-specific



Curso de práticas contemporâneas Teatrais – Teatro Site-specific

Datas:
2 a 7 Setembro (de segunda a sábado)

Horário: 
das 15h00 às 19h00

local:
Casa da Esquina

Preço: 
50,00€

 Descrição do curso:
O Curso de Teatro Site-Specific pretende fornecer novas pistas para derrubar as tradicionais formas de fazer teatro. Vai funcionar como um curso prático onde se vai introduzir os formandos a noção de teatro experimental, bem como analisar obras marcantes de companhias contemporâneas. Neste curso explora-se o confronto entre o texto dramático e o espaço enquanto pontos de partida para gerar material performático.
No final do curso serão selecionados alguns formandos para participar no espectáculo Occupy da Casa da Esquina.

Destina-se a:
+ 16 anos/ adultos; Estudantes e profissionais de Teatro e jovens interessados em práticas artísticas contemporâneas.
 Conteúdo programático:
1-      Modelos de espectáculo: Site-specific vs Teatro de Palco;
2-      Metodologias Análise dramatúrgica dos materiais/textos a trabalhar e do confronto com a especificidade do trabalho in site;
3-      Cenas de trabalho - Trabalho de aprofundamento artístico e técnico na consolidação dos materiais propostos e na construção de uma partitura no trabalho do actor;

4-      Occupy -Criação de cenas de trabalho a partir do imaginário do material do projecto Occupy .  O espectáculo Occupy pretende reflectir sobre a crise europeia, o estado do capitalismo global e o movimento Occupy, bem como a função do Teatro e da sua forma de agir sobre o presente. Este espectáculo será apresentado de 2 de Outubro a 3 de Novembro de 2013 (4ª a Dom as 21h) na Casa da Esquina e será construído a partir da intersecção entre um sítio específico e texto dramático de autores contemporâneos. 

FORMADOR
RICARDO CORREIA
Diretor Artístico da Casa da Esquina (Coimbra).  Foi Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian em 2013 na obtenção do Advanced Course of Devising Theatre and Performance na London International School of Performing Arts. Mestre em Teatro – especialização em Encenação pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Licenciado em Educação pela Universidade do Minho. É Actor e Encenador desde 2001. Trabalhou com o Teatro Nacional São João, Escola da Noite, T- Zero, Teatro Oficina, TAGV, Casa da Esquina, Teatrão, Skimsotne Arts (UK), entre outros.

Enviar por e-mail
até 20 de Agosto , os seguintes elementos:
- nome, data de nascimento, telefone, morada, e-mail;
- uma nota biográfica;
- uma carta de motivação.
- disponibilidade para frequentar o workshop e espectáculo Occupy (em caso de selecção)
Os dados contidos nesta ficha de inscrição são confidenciais e para uso exclusivo do Casa da Esquina – Associação Cultural. Com base nestes elementos será efectuada uma selecção. 

Inscrições e pagamentos até 28 de Agosto de 2013
 A sua inscrição só se efectiva após pagamento do curso: na recepção da Casa da Esquina ou por transferência bancária para o NIB 0035 0110 0000 5537 9303 1 devendo ser-nos remetido o respectivo comprovativo para o e-mail casadaesquina.associacao@gmail.com .

Mais info: http://nacasadaesquina.blogspot.pt/



sábado, 20 de julho de 2013

NOVE PERFROMANCE a partir do Livro de Poemas de María Lado na CASA DA ESQUINA


A Casa da Esquina convida todos os seus amigos para Nove- performance poética, de Maria Lado, uma criação de Ricardo Correia, Miguel Seoane e Maria Lado.
 Este espetáculo é o resultado de um intercâmbio de criação e formação com parceiros internacionais espanhóis. A partir deste encontro foi criada uma paisagem sonora e espacial sobre o livro “Nove”da poeta galega María Lado, desenhada pelo músico experimental Miguel Seoane. A ideia foi criar um espetáculo de intersecções com várias disciplinas artísticas promovendo-se o diálogo e cruzamento de experiências e internacionalização entre duas estruturas ligadas a uma abordagem site-specific.
 A estreia foi em Fevereiro de 2012 no Festival de Teatro da Camacha na Madeira. Terão lugar dois espetáculos no dia 19 de julho na Casa da Esquina pelas 19h00 e 21h00 (entradas 4euros) e um no dia 20 de julho no Convento dos Anjos de Montemor-o-Velho integrado no programa Missão no Convento/CITEC.  Brevemente serão apresentados espetcáculos na Galiza, criando assim novas pontes lusófonas. 
Paralelamente a estas apresentações, a Casa da Esquina apresenta Grazas- experiência poética onde a poeta Maria Lado escreve em direto poemas para quem aparecer no dia 17 de julho pelas 18h30 na Casa da Escrita. Os poemas são feitos consoante o interesse do público e os seus destinatários, pai, mãe, namorados, amigos, enfim, a escolha é sua.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Poesia galega em dose dupla!

A Casa da Esquina convida todos os seus amigos para Nove- performance poética,  de Maria Lado, uma criação de Ricardo Correia,  Miguel Seoane e Maria Lado. Este espetáculo é o resultado de um intercâmbio de criação e formação com parceiros internacionais espanhóis. A partir deste encontro foi criada uma paisagem sonora e espacial sobre o livro “Nove”da poeta galega María Lado, desenhada pelo músico experimental Miguel Seoane. A ideia foi criar um espetáculo de intersecções com várias disciplinas artísticas promovendo-se o diálogo e cruzamento de experiências e internacionalização entre duas estruturas ligadas a uma abordagem site-specific. A estreia foi em Fevereiro de 2012 no Festival de Teatro da Camacha na Madeira. Terão lugar dois espetáculos no dia 19 de julho na Casa da Esquina pelas 19h00 e 21h00 (entradas 4euros) e um no dia 20 de julho no Convento dos Anjos de Montemor-o-Velho integrado no programa Missão no Convento/CITEC pelas 21h45. Brevemente serão apresentados  espetáculos na Galiza, criando assim novas pontes lusófonas. Paralelamente a estas apresentações, a Casa da Esquina apresenta Grazas- experiência poética onde a poeta Maria Lado escreve em direto poemas para quem aparecer no dia 17 de julho pelas 18h30 na Casa da Escrita. Os poemas são feitos consoante o interesse do público e os seus detinatários, pai, mãe, namorados, amigos, enfim, a escolha é sua. A entrada é gratuita.

Esperamos a vossa presença!

quarta-feira, 26 de junho de 2013

workshop "Que farei com esta imagem"- módulo "Fotografia e Multimédia"

Após os dois workshops iniciais do ciclo "Que farei com esta imagem", dedicados à organização de projectos fotográficos e à realização de livros de fotografia, chegará agora a Coimbra o módulo "Fotografia e Multimédia", dedicado à análise e realização de projectos em que a fotografia se associa ao som para potenciar as suas possibilidades narrativas.
Cada um dos participantes desenvolverá um pequeno projecto multimédia durante a referida formação.


formadora| Susana Paiva
data| 20 e 21 de Julho
local| Casa da Esquina
inscrições|
custo| 50
prazo de inscrição|até ao próximo dia 1 de Julho.

Casa da Esquina adere à Greve Geral

Dia 27 de junho, a Casa da Esquina está em Greve.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

VI Mercado de Trocas

A Casa da Esquina apresenta a 6ª edição do Mercado de trocas destinado a crianças e jovens no dia 8 de junho pelas 16h. Desta vez, o mercado será no espaço do átrio do Museu Machado de Castro, o que, à semelhança das edições anteriores, continua o périplo que o Mercado pretende fazer pelos espaços mais emblemáticos da cidade, como forma de dar a conhecer o Património de Coimbra aos mais novos.

Esta experiência busca estimular o desapego das crianças e jovens em relação aos brinquedos e bens diversos consumidos (roupas, acessórios, dispositivos tecnológicos etc), desatrelando o sentido do divertimento da acumulação de objetos sempre novos. O mercado de trocas propõe, também, uma reflexão sobre as representações dominantes no consumo tradicional, ao mesmo tempo que desenvolve o sentido solidário de partilha, questionando a acumulação e a concentração presenciadas já de maneira preocupante nos hábitos infantis e juvenis de consumo. Deste modo, o mercado de trocas para Crianças e Jovens rebate a ideia dominante de que só as coisas novas têm valor e servem para divertir, sendo estimulado um ciclo de vida mais amplo para brinquedos, games, livros e outros bens, postos em circulação pelas crianças e jovens que participam da iniciativa.
A adoção de uma moeda social, denominada jardim, não ancorada no euro, reforça o caráter lúdico e solidário da experiência: não só amplia as condições de troca entre participantes com produtos muito diferentes, como também reconstrói o valor das coisas conforme um sentido particularmente atribuído pelas crianças e jovens, na contramão do valor de troca estabelecido pelo mercado.
O Mercado de trocas tem o apoio na divulgação do ECOSOL/CES, Sindicato dos Professores da Região Centro, Câmara de Coimbra, Museu Nacional Machado Castro e Liga dos Amigos do Museu Machado Castro.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Que Farei com esta imagem

Formadora| Susana Paiva
Horário| das15h às 23h
Local| Casa da Esquina
Data| 13 a 18 de maio
Inscrições| info@theportfolioproject.org
Custo| 150 euros por participante

Formação com Susana Paiva em regime tutorial em 4 sessões presenciais e acompanhamento online no restante período. A formação destina-se a todos quantos desejem iniciar, desenvolver ou concluir um projecto fotográfico.

Fim de Semana com CITEC

Data|17 e 18 de maio
Horário| 21h30
Local| Casa da Esquina
Entrada| 5€

17 Maio
 MODESTA PROPOSTA

Sinopse  
As palavras que melhor definem esta produção são crueza, ironia e humor negro. O espectáculo é criado a partir do texto escrito por Jonathan Swift, autor de Viagens de Gulliver , em 1729. Então, como agora, a economia ia mal e a pobreza na Irlanda, como acontece no nosso país nos tempos que correm. E Swift formulou uma proposta para um problema premente, que se poderia eternizar, com uma solução a bem das crianças e dos pais, bem como da alimentação de todos. Nunca mais haveria falta de carne.  Para evitar eventuais boatos há que reafirmar que nesta produção mais não se usa que o texto de Jonathan Swift, adaptado a realidades e estatísticas actuais. O local de realização da “conferência” poderá ser qualquer um, desde a cozinha de um Hotel até a qualquer espaço onde se possa apreciar um grande e apetitoso pedaço de carne. O número de espectadores e a sua disposição dependerá sempre do espaço onde se realize a “conferência”. O personagem que realiza a “conferência” recorre a vários artefactos para melhor se identificar e poderá de alguma forma remeter para Nioukhine (personagem de Os Malefícios do Tabaco , de Anton Tchekov). Porém, no final, não foge ao debate. Para terminar diz ele: “o que proponho seria útil para a sociedade como um todo, (…) e também ajudaria na alimentação da população” .
  
Ficha Artística e Técnica
Texto : criado a partir de “Uma modesta proposta para prevenir que, na Irlanda, as crianças dos pobres sejam um fardo para os pais ou para o país, e para as tornar benéficas para a República” de Jonathan Swift Adaptação, Encenação e Interpretação : Deolindo L. Pessoa 

Produção Executiva : Henrique Maranha e Vasco Neves



18 maio
SONHOS SALTEADOS

A acção decorre num hospício, na actualidade, com três personagens que apresentam pensamentos delirantes e vivem momentos de tensão e de crise, onde o real e o irreal se cruzam constantemente.
Os três personagens têm o hábito de ouvir rádio, que será mesmo uma das suas obsessões. O rádio será o elemento que estabelecerá a ligação entre eles. A Cartomante vive numa contradição, pois considera-se capaz de predizer o futuro através das cartas, mas não conseguiu antever o que aconteceu ao seu filho. Este é o seu conflito. E agora a realidade parece mesmo que se obstina em a contrariar, o que a deixa bastante furiosa. O Escritor sempre sonhou dominar bem a palavra, escrever sobre todos os grandes temas da vida e o que está na ordem do dia. Escreve numa máquina antiga, mas a sua obsessão termina em folhas amarrotadas no cesto de papéis. O Pianista foi um menino-prodígio que estudou piano, mas os seus sonhos não se concretizaram, vive enredado neles e em memórias. Cruza momentos de profunda apatia com outros de grande euforia.   


Ficha Artística e Técnica
Criação e Direcção : Deolindo L. Pessoa, a partir de textos de Mrozeck
Interpretação : Capinha Lopes, Carlos Alberto Cunha, Deolindo L. Pessoa e Judite Maranha Produção Executiva : Henrique Maranha e Vasco Neves
Produção : CITEC – 2013

III Laboratório de criação CORPO EM MANIFESTO

Data| dia 25 de Maio das 13h30 às 16h30 e dia 26  de Maio das 11h às 20h
Custo | 25 Euros
Formadora| Sara Jaleco
Inscrições| sjaleco@yahoo.com | 917806931
Local| Casa da Esquina-Rua Aires de Campos nº6

Corpo em manifesto é uma criação de dança-performance que nasceu na primavera de 2011 no seio do colectivo corpo-dança-criação LeMooveNeMent (www.lemoovenement.blogspot.com). Este terceiro encontro destina-se a 5 pessoas a quem o convite suscite uma inquietação boa. Uma criação à escuta da nossa realidade social e política actual, para profissionais e amadores da dança, teatro, performance, ou qualquer outra profissão ou paixão que se interesse pelo corpo em manifesto.

segunda-feira, 15 de abril de 2013