terça-feira, 19 de março de 2013
2ª Edição do LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO E CHAMADA PARA O PROJECTO CORPO EM MANIFESTO!
Horário|6 de Abril, das 13H30 às 16h30, e 7 de Abril das 11H às 20H.
Local| Casa da Esquina, Rua Aires de Campos nº6, 3000-014 Coimbra.
Contactos| 239041397/929090628 geral@casadaesquina.pt
Custo: 25 Euros
Inscrições| sjaleco@yahoo.com
Corpo em Manifesto é uma criação de dança-performance que nasceu em Montpellier na primavera de 2011, no seio do colectivo corpo-dança-criação LeMooveNeMent (www.lemoovenement.blogspot.com).
Este laboratório de criação é uma chamada para um Corpo em Manifesto que quer nascer em Coimbra, na Casa da Esquina. Trata-se neste primeiro encontro de uma audição/laboratório informal para dez pessoas a quem esta proposta suscite uma inquietação boa.
Atelier de Poesia para Crianças
O Atelier de Poesia para Crianças não pretende formar ou criar poetas. No
entanto, quer que as crianças olhem para as coisas e possam nelas ver poesia.O Atelier de Poesia para Crianças quer responder a três perguntas:
A poesia é chata ou é divertida?
Todos nós somos poetas?
A poesia é menino ou é menina?
Ao longo de uma hora (ou um pouco mais, porque nisto da poesia nunca
sabemos o tempo que se pode demorar) as crianças serão convidadas a
estabelecer diálogos com a poesia, nas suas mais diversas formas (escrita, visual
ou sonora).Dialogar com as palavras, construir poemas, descobrir a leitura e a poesia são algumas das propostas deste Atelier de Poesia para Crianças.
entanto, quer que as crianças olhem para as coisas e possam nelas ver poesia.O Atelier de Poesia para Crianças quer responder a três perguntas:
A poesia é chata ou é divertida?
Todos nós somos poetas?
A poesia é menino ou é menina?
Ao longo de uma hora (ou um pouco mais, porque nisto da poesia nunca
sabemos o tempo que se pode demorar) as crianças serão convidadas a
estabelecer diálogos com a poesia, nas suas mais diversas formas (escrita, visual
ou sonora).Dialogar com as palavras, construir poemas, descobrir a leitura e a poesia são algumas das propostas deste Atelier de Poesia para Crianças.
Esta oficina acontece dentro da programação do Mal Dito, Festival de
Poesia, a decorrer na cidade de Coimbra entre os dias 21 a 24 de Março.
Inscrições| atelierpoesiacriancas@gmail. com
Formador| Manuel A. Domingos
Datas| 23 de março
horário|das 14h00 às 15h00
Conta-me como é na Casa da Esquina
Entre 21 e 23 de março, Jorge Palinhos apimenta a leitura das suas
cenas com uma programação com a qual o autor pretende colocar em
evidência a realidade que nos circunda e que muitas vezes
rejeitamos ou esquecemos de olhar, mesmo que esteja ao nosso lado –
mas também a realidade do que sentimos, do que sonhamos, do que vivemos
ou do que os outros viveram. No fundo, a proposta de
Palinhos para este março é que tentemos descobrir de novo as
histórias, os objetos e sons que compõem o nosso quotidiano, para assim
melhor o entender.
Entre uma instalação, um workshop de música eletroacústica, um concerto de música de dança, um blind tape (não date!) de sons e música e uma sessão de histórias, há muito que
ver, ouvir e contar.
CONTA-ME COMO É (Teatro)
Jorge Palinhos
CASA DA ESQUINA | 21 de março | quinta | 21h30 | entrada livre
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
CONTA-ME COMO É UM NOVO CONDOMÍNIO EM COIMBRA
LINHAS CRUZADAS
Para 2013/2014, O Teatrão, o Jazz ao Centro, o CAPC
– Círculo de Artes Plásticas de Coimbra e a Casa da
Esquina inauguram LINHAS CRUZADAS: um autêntico bairro das
artes, onde as casas das quatro entidades partilham uma vizinhança
com capacidade de contágio e cruzamento de obras, artistas e
públicos; um território comum de ação que se forma tanto a partir
dos espaços físicos das estruturas, como de um espaço imaginado,
metafórico, capaz de construir referências e ligar diferentes
imaginários em torno de um objetivo. Neste biénio, as quatro
estruturas articularão uma programação conjunta que inclui música,
teatro e artes plásticas e que objetiva um movimento transformador
da identidade da cidade, bem como da sua relação com a região e o
país. CONTA-ME COMO É é a primeira produção d’O Teatrão
para este projeto, onde a propósito da leitura de cenas inéditas
sobre o país atual, damos carta branca aos seus autores para
programarem um fim de semana de atividade cultural em torno dessas
cenas.
O CONTA-ME COMO É começou a ganhar forma em 2012, com o
Seminário Brecht, orientado pelo Doutor António Sousa
Ribeiro (FLUC e CES), logo seguido de um seminário de dramaturgia
portuguesa em que os autores participantes (Jorge Palinhos, Miguel
Castro Caldas, Pedro Marques e Sandra Pinheiro) se propuseram fazer
um retrato pessoal do país. Os pontos de partida para a criação
destes textos foram as obras Terror e Miséria no III Reich,
de Bertolt Brecht, e Terror e Miséria no Primeiro Franquismo,
de J. Sanchis Sinisterra. Se, nos anos 20 e 30 do séc. XX, o Terror
que inspirou Brecht foi o do regime nazi, e se os que sobreviveram à
guerra civil espanhola foram matéria de criação dramatúrgica para
Sinisterra, neste momento, em plena alvorada do séc. XXI, num
Portugal e numa Europa em “crise” e num mundo irreversivelmente
globalizado, que Terror e que Miséria nos moldam? Que “poderes”
influenciam os nossos hábitos e modo de vida e que relação se
estabelece entre o Indivíduo e o Poder instituído?
No primeiro semestre de 2013, apresentamos a primeira parte deste
projeto, lendo cenas inéditas daqueles quatro dramaturgos em quatro
sessões, uma por autor, espalhadas por quatro meses. Esta série
teatral culminará, em 2014, com um espetáculo onde se cruzarão as
cenas dos quatro autores, a apresentar também nos vários espaços
das LINHAS CRUZADAS, numa série de episódios teatrais.
Fevereiro é o mês de Pedro Marques no CONTA-ME COMO É, que inclui
cinema (a trilogia ZEITGEIST – ADDENDUM –
MOVING FORWARD, de Peter Joseph), música (um
espetáculo-homenagem a Frank Zappa) e a leitura encenada das suas
cenas.
Mundo em mudança
CONTA-ME
COMO É (TEATRO)
Pedro
Marques
ZEITGEIST:
O FILME
(CINEMA)
de
Peter Joseph
CASA
DA ESQUINA | 22 de fevereiro | sexta | 21h | entrada
livre
ZEITGEIST:
ADDENDUM
(CINEMA)
de
Peter Joseph
SALÃO
BRAZIL | 23 de fevereiro | sábado| 14h | entrada
livre
THE
CHROME PLATED MEGAPHONE OF DESTINY (MÚSICA)
Banda
de homenagem à música de Frank Zappa
| OMT | Tabacaria
| 23 de fevereiro | sábado | 21h30 | Entrada: €5
ZEITGEIST:
MOVING FORWARD
(CINEMA)
de
Peter Joseph
CASA
DA ESQUINA | 24 de fevereiro | domingo | 10h30 |
entrada livre
CONTA-ME
COMO É
(LEITURA ENCENADA)
CAPC
– Edifício Sede | 24 de fevereiro | domingo | 15h
| entrada livre
A
programação proposta por Pedro Marques para estes dias assenta na
ideia de que “o mundo está (e não, “é”) em permanente
mudança e que todos desempenhamos um papel importante (de
protagonistas) nele”.
Para
P. Marques, a imposição de uma ideia de “crise” e de um sistema
que tudo justifica e que a todos envolve, eliminando utopias e
esperança, é motivo suficiente para se projetar a trilogia
ZEITGEIST – ADDENDUM – MOVING FORWARD, do realizador/músico
norte-americano Peter Joseph, numa demonstração de que “esta
crise não é um percalço num sistema, ela É o próprio
sistema”.
Já
a obra paramusical de Frank Zappa, com todos os seus tons dadaístas,
é a inspiração dos THE CHROME PLATED MEGAPHONE OF DESTINY, banda
de pesquisa da música de um dos artistas/compositores/músicos mais
importantes do séc. XX. Neste espetáculo, mais do que um
concerto-tributo, encontramos uma realização artística à volta do
universo de Zappa.
Por
fim, na domingueira tarde de 23 de fevereiro, os atores d’O
Teatrão, dirigidos por Jorge Louraço Figueira, farão na sede do
CAPC uma leitura encenada das cenas escritas por Pedro Marques.
PEDRO MARQUES é licenciado em Estudos Artísticos – Artes
do Espetáculo pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Traduziu obras de Harold Pinter, Sarah Kane, Pier Paolo Pasolini,
entre muitos outros. Foi editor da Revista de teatro Artistas Unidos.
Escreveu Pigs From Hell (Menção Honrosa no Concurso de Novas
Dramaturgias do DRAMAT – 2004) e D. Carlos por Quadros
(encenado por Mário Trigo no Teatro Mosca), entre outras peças.
Leciona a disciplina de História do Teatro e Dramaturgia no curso
Formação Teatral sediado na Guilherme Cossoul.
THE CHROME PLATED MEGAPHONE OF DESTINY:
FLIP – Bateria, kazoo, voz
MIKAO – Voz, percussão
ZÉ PAULO – Baixo
RODNEY – Clarinete, voz, percussão
VASQUO – Teclas, voz, kazoo
RUTH – Guitarra, voz
Peter Joseph é
um diretor, escritor, cineasta e compositor norte-americano que viu o
seu polémico documentário, Zeitgeist: The Movie, ser
premiado em 2007 e que, ao ser livremente lançado na internet,
obteve mais de 100 milhões de visualizações durante esse ano.
Originalmente, não sendo esta obra concebida como um filme, adquiriu
tal estatuto, fruto da sua consagração global. Ao mesmo tempo,
estimulou o seu autor (e também narrador) a realizar, em 2008, a
sequela Zeitgeist: Addendum, igualmente premiado e que, logo
no primeiro ano, conseguiu 50 milhões de visualizações. Nestas
obras, Peter Joseph trata várias questões, como o sistema de
Reserva Federal dos EUA, a CIA e as relações de corrupção que se
estabelecem entre o mundo empresarial (as corporações), os
governos, as instituições financeiras e mesmo as religiosas.
Ainda em 2008, Joseph, confrontando-se com a reação viral dos dois
primeiros filmes e inspirado pelo “Projeto Vénus” (criado pelo
pelo designer industrial Jacque Fresco), decidou fundar o “Movimento
Zeitgeist”, uma organização global com milhares de aderentes em
200 países e que visa promover a transição da cultura para um novo
paradigma económico e sustentável. Na sequência, surge o terceiro
filme da série Zeitgeist: Moving Forward, lançado em 2011.
Em todo este projeto de filmes culturais, Joseph mantém o estudo
sobre o atual “Zeitgeist”, ou seja, sobre “o espírito do
tempo, da época” ou “sinal dos tempos”.
Para
mais informações: geral@oteatrao.com,
239 714 013 / 914 617 383
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Fotografia/Multimédia - Encontro Internacional 2013 Coimbra
Fotografia/Multimédia - Encontro Internacional 2013, terá Coimbra como cidade de acolhimento, durante os meses de Fevereiro, Maio e Outubro, com o objectivo de divulgação de Obras Fotográficas/Multidisciplinares de Artistas Contemporâneos Nacionais e Internacionais através da organização de Eventos individuais e colectivos, manipulando e transformando o espaço, tornando-o, de acordo com os ideais de cada evento, moldável,performativo, interventivo e interligando as diversas Artes nomeadamente a Fotografia-Vídeo-Música-Texto-Acto Performativo. Terá lugar simultaneamente em três locais da cidade: Arte à
Parte, Casa das Artes e Casa da Esquina.
Na Parte I, que decorrerá entre 1-17 de Fevereiro serão inaugurados 3 Eventos: 1.2.2013, 22h: Arte à Parte (Rua Fernandes Tomás, 17)
Roumen Dimitrov (Bulgária/Alemanha): Psalms Of Survival, Fotografia e Vídeo
2.2.2013, 17h: Casa das Artes (Av. Sá da Bandeira, 83) Unda Arte (Marie Lundvall/Peder Bjoerk)/Armand Gutheim (Suécia/Estónia): Carbon Footprints, Fotografia e Música 3.2.2013, 18h: Casa da Esquina (Rua Aires de Campos, no6) Bloody Countess/Amon Tron (França/Portugal): Reflection of humanity, Fotografia e Música. Com direcção artística de Patrícia Sucena de Almeida e Diogo Oliveira e com a colaboração e apoio de Nuno Almeida, Cláudia do Vale, José Gesualdo, Ricardo Correia, Filipa Alves e Adélia
Pinto.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO E CHAMADA PARA O PROJECTO CORPO EM MANIFESTO!
Horário| 23 de Fevereiro, das 13H30 às 16h30, e 24 de
Fevereiro das 11H às 20H.
Local| Casa da Esquina, Rua Aires de Campos
nº6, 3000-014 Coimbra.
Contactos| 239041397/929090628
geral@casadaesquina.pt
Custo:
25 Euros
Inscrições| sjaleco@yahoo.com
Corpo em Manifesto é uma criação de dança-performance que nasceu em Montpellier na primavera de 2011, no seio do colectivo corpo-dança-criação LeMooveNeMent (www.lemoovenement.blogspot.com).
Este
laboratório de criação é uma chamada para um Corpo
em Manifesto que
quer nascer em Coimbra, na Casa da Esquina.
Trata-se neste primeiro encontro de uma audição/laboratório
informal para dez pessoas a quem esta proposta suscite uma
inquietação boa.
O
desafio é o de pôr as mãos na massa a partir dos nossos corpos
como manifestos, nossas pequenas revoluções singulares, individuais
e colectivas, que pedem para ser expressadas, no seio duma realidade
social e política que tem sido fonte de inquietações férteis. A
proposta é a de tecermos, concebermos, desenharmos, construirmos
como artesãs, uma estrutura que foi sonhada como flexível mas
firme, como uma teia de aranha aberta, feita de bamboos, na qual
estão inseridos e suspensos verticalmente painéis vazios sem
palavras. A força desses ditos invisíveis chega através dos solos
que são gotas de manifesto que irrompem dos deslocamentos em massa
da estrutura colectiva que nós seguramos a cima das nossas cabeças.
Nesta massa colectiva ligada por esta estrutura que movemos e que nos
move a todas, a cada uma, surgem movimentos em uníssono,
contradições no espaço, falhas na sustentação colectiva da
estrutura, provocações de uma para todas, corridas com harmonias,
aglomerados num canto por baixo da estrutura, flutações e
oscilações quase invisíveis, silêncios-poesias móveis e vivos,
marchas caóticas e lutadoras, corpos em manifesto…! O convite é
para três etapas de trabalho que se vão cruzando umas com as
outras, para já apresentadas e experimentadas sucintamente durante
um fim-de-semana, e com continuidade e aprofundamento ao longo do
ano: tecer a estrutura, criar os solos de dança-manifestos, desenhar
as dinâmicas do colectivo-estrutura. Dançar!!
Etapas
de trabalho para o fim de semana :
-
Como artesãs, vamos inventar, experimentar, ir tecendo até
construirmos com as nossas próprias mãos, uma estrutura em rede,
como uma teia, flexível mas firme e estável, que vamos segurar
colectivamente por cima das nossas cabeças; temos que descobrir a
matéria e a forma no espaço que ela terá entre nós e em Coimbra,
nas ambiências da Casa da Esquina. Este tempo é um estar junto que
já cria relação e afectos que vão deixar emergir as
danças-manifestos.
-
Através dum trabalho de corpo e movimento à escuta do nascer do
gesto individual e colectivo, vamos trabalhar em grupos na
emergência e escrita dos micro solos-manifestos de cada uma. Esta
pesquisa coreográfica baseia-se num guia de exploração definido
pelo nome do manifesto, a qualidade de corpo, a qualidade de espaço,
o estado de presença, a geografia de corpo, e a implicação
política. Cada solo corpo-manifesto nasce de uma história-caminho
de vida de cada uma, criando uma espécie de instalação viva
performática plural.
-
Vamos praticar enquanto aglomerado colectivo de pé, qualidades de
deslocamento conjuntas no espaço, ritmos de caminhada, marchas que
avançam e recuam, câmbios de direcções, variações de
velocidades, estados de escuta mais silenciosos, mudanças de posição
inesperadas, e outras surpresas. Vamos trabalhar também as dinâmicas
e poesias de cada surgir e destacar dum solo-manifesto desde a
estrutura, bem como o regresso de cada manifestante à massa
colectiva após o seu solo dançado.
As origens e a vida desta criação
até hoje...
Surgiu
de um acaso e de um desejo...um convite que fiz a algumas pessoas com
quem venho tecendo afectos e danças, para escreverem um pequeno
manifesto, algo que urge nelas, que pede para ser dito, expressado,
partilhado, gritado, chorado, sorrido, dançado! Dois desses textos e
o meu próprio manifesto, plantaram em mim a necessidade de criar
este Corpo em Manifesto. Aceitando
uma carta branca da associação Bouillon Cube e do espaço La
Grange, no sul de França, ao LeMooveNeMent de Montpellier, lancei um
convite a algumas bailarinas. O desafio era o de pôr as mãos na
massa a partir dos nossos corpos como manifestos, nossas pequenas
revoluções singulares, individuais e colectivas, que pedem para ser
expressadas, no seio duma realidade social e política que tem sido
fonte de inquietações férteis. A proposta que pus no chão (porque
foi assim que começamos, sentadas no chão...), foi a de tecermos,
concebermos, desenharmos, construirmos como artesãs, uma estrutura
com a qual sonhei nessa altura. Uma estrutura flexível mas firme,
como uma teia de aranha aberta, feita de bamboos, na qual estão
inseridos e suspensos verticalmente painéis vazios sem palavras. A
força desses ditos invisíveis chega através dos solos que são
gotas de manifesto que irrompem dos deslocamentos em massa da
estrutura colectiva que nós seguramos a cima das nossas cabeças.
Nesta massa colectiva ligada por esta estrutura que movemos e que nos
move a todas, a cada uma, surgem movimentos em uníssono,
contradições no espaço, falhas na sustentação colectiva da
estrutura, provocações de uma para todas, corridas com harmonias,
aglomerados num canto por baixo da estrutura, flutações e
oscilações quase invisíveis, silêncios móveis e vivos, marchas
caóticas, corpos em manifesto…
Corpo
em
Manifesto
já estava
ali a
nascer deste
primeiro passo,
e dedicou-se
durante um
ano a
criar,
investigar,
afinar, as
formas que
se viriam
a desenhar.
Atravessámos
vários tempos
de
encontro-residência
e esta
dança-performance
sai à
rua em
Montpellier pela
primeira vez
no dia
12 de
Maio 2012.
Nesse dia
dançámos na
Esplanade Charles
de Gaulle,
com a
atmosfera do
1° aniversário
do movimento
dos Indignados
em Montpellier,
que fui
acompanhando
bastante de
perto. Nessa
mesma tarde
dançámos também
a forma
já bem
desenhada do
Corpo
em
Manifesto
no Festival
Z'artsBô dans
la Rue,
na Maison
Pour Tous
Féderic Chopin.
Sara Jaleco,
Felicia Moscato,
Marie-Pierre
Serre, Sonia
Gomez et
Clara Meffre,
com o
som criado
e sentido
ao vivo
por Sam
Harfouche, deram
corpo a
esta criação.
http://www.lemoovenement.blogspot.pt/p/creations.html
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Oficina de bombons
Estudos dizem que o chocolate é bom
para a saúde: tanto a nível cardíaco, como a nível psicológico. E como o
chocolate em forma de bombons é a prenda mais oferecida em ocasiões especiais,
pretendemos ensinar os formandos a fazerem os seus próprios bombons, com
qualidade aproximada aos de compra, mais económicos e mais saudáveis, uma vez
que não terão conservantes químicos. E quem não gosta de oferecer ou receber uma bela caixa de bombons? Datas| 30 de Janeiro| 18h
| 2 de Fevereiro|15h.
Custo| 20€ cada oficina
Formadoras| Adriana Antunes e Carla Marques
Introdução aos chocolates
1º módulo – Breve introdução ao
chocolate
·
Breve história do chocolate
·
Tipos de chocolate
·
Composição dos vários chocolates
2º módulo – Preparar o chocolate
·
Técnicas de derreter o chocolate
·
Técnicas de temperar o chocolate
3º módulo – Bombons maciços
·
Bombons de um chocolate
·
Bombons crocantes
·
Bombons de dois chocolates
·
Bombons com frutos secos
Bombons com recheio
4º módulo – Bombons com recheio
·
Bombons com mel
·
Bombons com doce de fruta
·
Bombons com doce de leite
·
Bombons com menta (after-eights)
·
Bombons com coco
Adriana Antunes e Carla Marques
Apaixonadas pelo chocolate desde sempre, Adriana e Carla frequentaram um workshop no início do ano. A confeção de bombons caseiros tornou-se um vício, tanto para consumo próprio, como para oferecer. Aperfeiçoaram a técnica e desenvolveram novos recheios. O aumento de pedidos para partilharem a experiência adquirida, levou-as a abrir workshops de confeção de bombons caseiros maciços e com recheio.
Apaixonadas pelo chocolate desde sempre, Adriana e Carla frequentaram um workshop no início do ano. A confeção de bombons caseiros tornou-se um vício, tanto para consumo próprio, como para oferecer. Aperfeiçoaram a técnica e desenvolveram novos recheios. O aumento de pedidos para partilharem a experiência adquirida, levou-as a abrir workshops de confeção de bombons caseiros maciços e com recheio.
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
A CASA na Galeria Boavista LX... DIA 14 DE DEZEMBRO
http://demimonde.weebly.com/13-19-dezembro.html
Dia 14 de dezembro a Casa vai estar na galeria Boavista a convite da Ana Bigote Vieira.
Este projeto surge no seguimento da apresentação na CASA DA ESQUINA do Festival Theatre Uncut/Teatro Sem Cortes nascido no Reino Unido, em resposta aos absurdos cortes ao financiamento no Reino Unido e aos nossos.
OCUPPY é uma ocupação dos espaço da galeria com leitura de textos de dramaturgos de vários países que escreveram peças curtas em resposta a diversas temáticas tais como: a crise europeia, o estado do capitalismo global, e o movimento Ocuppy.
Duração: 21h30 às 23h30 (a leitura é em loop, podendo o público escolher os textos/sítios a visitar)
Local: Galeria Boavista
http://nacasadaesquina.blogspot.pt/
domingo, 2 de dezembro de 2012
Alteração de horário
A partir de hoje e durante a próxima semana a Casa da Esquina estará aberta das 15h às 20h até ao dia 8 de Dezembro. Aguardamos a vossa visita!
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
SUPERMARKET
De 1 a 8 de dezembro o Supermarket abre as suas portas na Casa da Esquina entre as 15h e as 22h.
Temos a melhor seleção de peças de autor, ilustração e design português. A par disso temos também uma variedade de roupa em 2ª mão dos melhores roupeiros de Coimbra e arredores e muitas ofertas vintage.
A não perder na Casa da Esquina!
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
TEATRO SEM CORTES/ THEATRE UNCUT 17 de NOVEMBRO às 17h na CASA
“The Clock is ticking. The time is now” Neil Labute
Theatre Uncut nasceu
no Reino Unido, em resposta aos absurdos cortes ao financiamento no Reino
Unido, e vamos abraçá-lo também em Portugal. A Casa da Esquina irá promover
este movimento designado Theatre Uncut / Teatro Sem Cortes, pois assenta-nos
que nem uma luva: a Crise é comum, ampla e afeta de diferentes formas todas as
estruturas culturais europeias.
Este ano os
dramaturgos convidados são de vários Países (Grécia, Síria, Espanha, E.U.A,
Islândia e Reino Unido) e escreveram peças curtas em resposta a diversas temáticas
tais como: a crise europeia, o estado do capitalismo global, e o movimento Ocuppy.
A Casa da Esquina,
associou-se a este projeto pois também em 2012 teve um corte de 100% em relação
ao apoio anual do extinto Ministério da Cultura obtido em 2011, porque
simplesmente os concursos de apoio anual e pontual não abriram! E continuamos
em 2012, nós e todo o tecido cultural português, a definhar enquanto espera
pela abertura dos ditos concursos.
Por estas razões
queremos que todos participem e se juntem a nós em protesto contra esta
barbárie generalizada que arruína a Cultura e o que ela representa em termos de
cidadania, pluralidade e Democracia.
Convidamos todas
as pessoas a comparecer no dia 17 de Novembro às 17h para assistir à leitura das
peças disponibilizadas pelos dramaturgos do Theatre Uncut e debater sobre o colapso
social e cultural que assola a Europa.
RICARDO CORREIA
A
peça O Nascimento da minha Violência,
será lida na garagem para todo o público presente.
Todas
as outras peças lidas, posteriormente, em loop entre às 17h e as 19h, cabendo
aos espectadores a escolha à qual querem assistir.
Cada
uma delas será lida num espaço diferente em torno da Casa da Esquina. Atenção: Algumas delas terão lotação limitada.
1. O
nascimento da minha violência de
Marco Canale (Espanha)
Tradução de Ricardo Correia e Revisão de
Filipa Alves
LOCAL: GARAGEM
2. Ontem
de Helena Tornero (Espanha)
Tradução de Sofia Martins e Revisão de
Ricardo Correia
LOCAL: CARRO
3. O
preço de Lena Kitopoulou (Grécia)
Tradução de Jonathan de Azevedo e Ricardo
Correia
LOCAL: SALA DO PISO 0
4. No
príncipio de Neil Labute (EUA)
Tradução de Jonathan de Azevedo e
Ricardo Correia
LOCAL: JARDIM ENTRADA RUA FERNANDO MELO
5. A
fuga de Anders Lustgarden (Reino Unido)
Tradução de Jonathan de Azevedo e
Ricardo Correia
LOCAL: CORREDOR PISO 1
6. Ponto
Morto de Blanca Doménech (Espanha)
Tradução de Filipa Alves e Ricardo
Correia
LOCAL: WC
Leitura/Actores: Adiana Silva, Alice Santos, Cláudia Carvalho, Inês
Pereira, Joana Santos, Miguel Lança, Miguel Silva, Ricardo Brito, Ricardo Correia,
Sara Diogo e Sofia Martins.
Concepção
e Direcção: Ricardo Correia
Eu vou projetar a cara de todos os líderes
europeus, líderes democraticamente eleitos, por todos os povos da Europa, e
disparar um tiro na testa, isto se já tiver a segurança suficiente em não
acertar em nenhum espectador. Ou então transformar a minha mão em forma de arma
e fazer Pum. Vamos ver se alguém me censura.
Excerto da peça O nascimento da minha violência” de Marco
Canale http://www.theatreuncut.com/
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