segunda-feira, 22 de junho de 2009
Workshop de Video Jaming
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Workshop com Ingrid Koudela



terça-feira, 16 de junho de 2009
E agora para algo ligeiramente diferente....
Vamos fazer um filme
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Workshop de Video Jaming

Mas a noite não pára e ainda no dia 20 de Junho, a Casa da Esquina alberga a extensão do ciclo de video arte promovido pelo CITAC a partir das 22h e pelas 24h, os formandos podem provar um bocadinho do que é ser um VJ a partir das 24h na Via latina com a ajuda do DJ Tozé Diogo. No dia 27, a música é de Afonso Macedo e o combate de VJ está a cargo dos recém formados, tudo isto a partir das 24h no espaço do CITAC.
terça-feira, 2 de junho de 2009
Cinema Sem Palavras!

No dia 13 de Junho, pelas 22h canta-se o fado no filme de João Drago "Todos temos o teu fado", numa homenagem a várias línguas, a Amália Rodrigues, com a presença do realizador . E para terminar, estendemos o ciclo de video-arte promovido pelo CITAC, numa apresentação no dia 27 pelas 22h. Por esta e mais programação que há-de vir, esperamos que se juntem conosco na nossa esquina. Mais informações através do mail geral@casadaesquina.pt.
Apareçam!



terça-feira, 26 de maio de 2009
E porque Maio também é um mês de causas

Sinopse
O filme percorre dezenas de testemunhos locais entre a Costa Algarvia, alentejana, Nazaré, Costa Oeste, mostrando quem aí vive e como vive e todos os negócios que advêm da proibição das pescas.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Para acabar Maio


domingo, 26 de abril de 2009
ciclo de cinema "Olhares Indiscretros"
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Mas ainda não fomos embora...
terça-feira, 7 de abril de 2009
A Casa vai às amêndoas!

E mais uma quinta de cinema

Sinopse
“Nós não atravessamos fronteiras, as fronteiras atravessaram-se entre nós”
Graffiti em Ceuta
Partindo de todas as partes de África corre uma multidão de homens invisíveis preparados para atravessar continentes inteiros perseguindo uma ideia eternamente negada àqueles que vivem na periferia – a de uma vida melhor. Enfrentam desertos, máfias, sede e fome até colidir contra um muro de arame farpado ou atravessar uma trágica e precária travessia marítima – os obstáculos que os separam do seu objectivo quase mitológico – a Europa.
O nosso filme parte em contracorrente a este fluxo, dirigindo-se de Norte para Sul em busca dos migrantes que atravessam o deserto – heróis nómadas dos tempos que correm, em luta contra uma abstracção: a ideia de fronteira.
sábado, 4 de abril de 2009
Voyeur
quinta-feira, 2 de abril de 2009
Workshop de Narração oral com Carlos Marques
Já nos próximos dias 9, 10 e 11, a Casa da Esquina abre a porta ao conto e acrescenta-lhe um workshop para profissionais e curiosos sob a direcção de Carlos Marques. Inscrições e informações através do mail geral@casadaesquina.pt.
Descrição
Unidade de formação e sensibilização que se desenrola durante dois dias, na totalidade de 16 horas e, mais uma de apresentação do trabalho realizado.
O ensino das técnicas da narração oral possibilitam promover o desenvolvimento pessoal, permitindo ao indivíduo uma intervenção comunitária e sócio educativa.
Pretende-se estimular a criatividade dos participantes (ultrapassando inibições) e desenvolver as suas capacidades dramáticas e de interacção com o espectador através de técnicas usadas no teatro e no acto de contar ao nível da expressão corporal e da improvisação.
Procura-se a musicalidade de contos. Parte-se de um conjunto de contos e da expressão retórica, como forma de atingir uma densidade dramática. Porquê o conto? O conto como matéria-prima assume um lugar de partilha de união entre os dois intervenientes (contador e espectador). O conto popular permite uma ancestralidade no contar, uma simplicidade e uma ilusória recusa de artifícios.
Carlos Marques – Formador
Carlos Marques, licenciado em Estudos Teatrais, nasceu em 1978, no interior alentejano e desde cedo encontrou o teatro e a musica no seu caminho. Em ´97 começou a encontrar no corpo e no movimento a forma de expressão que faltava para poder contar histórias. Frequentou a ISTA, International School of Theatre Anthropology, de Eugénio Barba e percebeu que o teatro e a sua expressão não têm limites. Tudo começou aí e depressa se encaminhou para a Universidade de Évora, onde começou a realizar espectáculos de rua com pequenos grupos. Folheava de cabo a rabo os grande clássicos da dramaturgia e as novas tendências das artes performativas, enquanto que por outro lado frequentava Workshops, fazia espectáculos e experimentava técnicas de Bufões, Clown, Commedia dell´Arte, Novo Circo e Biomecânica.
Já com uma espécie de linha de trabalho que incidia sobre o corpo, parte directo para o Institut del Teatre, em Barcelona, regressando a Portugal para ingressar o núcleo de actores d´A Escola da Noite, onde trabalhou quatro anos e meio.
Em 2007 inicia um percurso independente, tendo trabalhado com o Teatro Nacional D. Maria II, Projecto Ruínas, Vigilâmbulo Caolho, A Casa da Esquina e, também em projectos a solo, nomeadamente o de Contador de Estórias.
(Mais informações em www.bichodecontos.blogspot.com

