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segunda-feira, 21 de março de 2011

Leituras, dia 26 de Março às 21h00

Uma por Mês - Leituras Caseiras

Leituras de textos da dramaturgia clássica e contemporânea uma vez por mês durante 2011. Este encontro será informal e pretende reunir amadores, profissionais, curiosos, sempre de forma voluntária para partilhar o prazer de ler Teatro.

Coordenação | Helena Freitas e Casa da Esquina



Datas | 26 de Março

Horário | Sábado às 21h00

Local | Casa da Esquina


Fotografia © Pedro Medeiros

quarta-feira, 16 de março de 2011

Inglês com Helen Doron




Aulas de demonstração de inglês para crianças


Data | 20 de Março
Horário | 11h00 às 13h00
Público-Alvo | crianças dos 18 meses aos 9 anos

quinta-feira, 10 de março de 2011

Fora de Casa - Visita a Covas do Monte, dia 3 de Abril

Visitar Covas do Monte é uma surpresa, é como revisitar o Portugal rural de outrora que teima em coabitar com a cidade.
Covas do Monte poderá não ter futuro, mas é importante termos conhecimento desta realidade que poderia ser assumida como fazendo parte do futuro.
No entanto, há ainda quem não desista e população, técnicos, autarcas, teimam em manter a tradição.
A nossa visita a aldeias como Covas do Monte é uma expressão de cidadania. É um voto de esperança e de apoio a todos os que continuam a tentar que estas realidades possam constituir peças de um puzzle de um desenvolvimento mais diverso.

A aldeia das 2500 cabras

Covas do Monte é uma pequena aldeia escondida num dos vales da Serra de São Macário, em São Pedro do Sul. É aqui que se encontra um dos maiores, senão mesmo o maior rebanho do país.
Todos os dias, 2500 cabras saem de manhã para a montanha, num ritual ancestral de pastoreio comunitário que envolve toda a pequena povoação de apenas 56 habitantes. Ao fim da tarde, no regresso à aldeia, os animais parecem saber de cor o curral e a porta certa. Covas do Monte é uma aldeia de rosto antigo, onde se encontra ainda um Portugal raro e já muito distante.

Com esta viagem a Covas do Monte vai também conhecer a Serra de S. Macário, indo ao ponto mais alto da Serra: o Alto de S. Macário a 1054 m de altitude.
Cá em baixo, em S. Pedro do Sul, vamos visitar uma antiga estação de caminhos de ferro, agora transformada em centro de artesanato e se não nos falhar o tempo, vamos também à loja da Cooperativa CoopRaízes nas termas de S. Pedro do Sul.

Todas estas visitas serão guiadas por pessoas que têm acompanhado e animado estes processos de desenvolvimento local.

Saída de Coimbra em autocarro pelas 8h30.
Preço por pessoa: 30€ (incluí o almoço em Covas do Monte)

Inscrições até 29 de Março (a inscrição só se torna válida após o pagamento na totalidade do valor da visita)

Org: Casa da Esquina/Agricabaz

"Senti um Vazio" na Madeira


A convite do Teatro Experimental da Camacha, a Casa da Esquina apresenta a sua mais recente produção "Senti um vazio" dia 10 às 21h na Camacha.









Fotografia: Pedro Medeiros

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Exposição | Comédia | Pinturas de JLB Pena dos Reis


No dia 5 de março, pelas 21h e 30m a Casa da Esquina acolhe a inauguração da exposição "Comédia" numa parceria com o artista JLB Pena dos Reis. JLB Pena dos Reis, nasceu em Assentiz, Torres Novas em 1950. É pintor amador há cerca de 7 anos. Participou na colectiva Se Numa Noite de Inverno um Viajante e levou parte desta exposição à Biblioteca Municipal de Sesimbra no passado ano de 2010. Os trabalhos expostos são de técnicas distintas (fotografia, óleo, aguarela) e têm uma relação estreita com a sua obra literária.

Convidamos-vos então a partilhar esta experiência connosco. Esperamos a vossa presença!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

"Senti um vazio..." esgotado

Informamos que todas as sessões da primeira temporada do espectáculo "Senti um Vazio..." estão esgotadas. A peça vai ser reposta entre os dias 28 de Junho a 5 de Julho.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Quarta-feira, 16 de Fevereiro na RTP2 (trailer)

Senti um Vazio

Nota do encenador

“Um quarto só para si” título do livro de Virgínia Woolf serviria na perfeição como título deste espectáculo surgido de uma circunstância particular, uma encomenda da Associação Saúde em Português. Aliás todas as criações da Casa da Esquina surgiram de circunstâncias, de tangentes com criadores que por cá passaram e que tiveram de abandonar Coimbra, de magros apoios pontuais de quem vê a Cultura como um fardo.

A nossa estratégia foi e ainda é de sobrevivência, tal como Virgínia Wolf no seu quarto, tal como Dijana, personagem principal da peça “Senti um Vazio”, resistindo a tudo para continuar a existir, apoiando-se nos seus sonhos para não desistir.

É de sonhos que falamos nesta criação, os sonhados e os destruídos. Da esperança num futuro melhor que nunca chega.

Nas últimas criações andámos perdidos pelos espaços públicos a perceber como nos relacionamos uns com os outros, com o quotidiano, a cidade, a questionar o nosso modus operandi, a reflectir sobre o Nós (os fazedores) e os Outros (o público).

Mas desde o projecto AMIW (All My Independent Women 10) levado a cabo pelas nossas Carla Cruz e a Filipa Alves, que temos trabalhado sobre as questões de género, e nesta criação em concreto, sobre a exploração sexual e tráfico de mulheres.

Durante as pesquisas para o trabalho descobri a peça da Lucy Kirkwood, e passei-a à Helena Freitas, a actriz e pessoa certa para este trabalho, e assim, decidimos acolhe-la na nossa Casa.

Esta peça, que foi premiada com o Whiting Award , foi escrita ao fim de 2 anos de trabalhos de recolha de testemunhos de mulheres vítimas de tráfico sexual e que se encontravam em centros de detenção e foi levada à cena pelo Clean Break (http://www.cleanbreak.org.uk) no Arcola Theatre em 2009.

Quisemos contar esta história confrontando-a com o nosso espaço, um espaço não convencional, e é deste confronto que surge a experiência performativa, originado novas leituras sobre a estória de Dijana e a história que contamos, movendo-nos entre a sua realidade e os seus sonhos.

É um projecto intimista que permite ao público uma experiência próxima da pele, à medida que a personagem ganha consciência da sua realidade através da narrativa que desfia, narrativa comum a qualquer uma das numerosas histórias de vítimas de tráfico sexual. Não sabemos se é a vida que imita a arte.

É um projecto à nossa escala, pequeno, de trazer por Casa, que se agrega em torno de vontades individuais, para nos constituirmos e criarmos no aqui e agora, nestas circunstâncias. É assim que sabemos estar na Vida e na Arte. Não faço parte de um colectivo nunca o desejei. É essa a minha liberdade

Ricardo Correia

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Espectáculo "Senti um Vazio" da Casa da Esquina


Sinopse

A história de Dijana é só mais uma entre as muitas que se repetem todos os dias por todo o mundo. Esta é a vida de uma rapariga vítima de tráfico humano numa viagem de um triste conto de fadas desde o seu apartamento- o seu quarto de trabalho- para a sua cela na prisão.
Dijana é uma bonita jovem Croata que vem para Portugal à procura de uma vida melhor e é imediatamente vendida pelo seu primo ao sinistro Vlad, o qual se torna seu namorado e logo depois o seu chulo.
“Eu sei exactamente quanto é que eu valho”, diz Dijana,“ Eu valho mil euros que foi o que o Vlad pagou por mim. Mais ou menos dois I-Phones e meio”. Enquanto isso, faz as contas e espera poder um dia saldar a sua dívida e reaver o seu passaporte.
A peça escrita por Lucy Kirkwood não utiliza subterfúgios nem universos paralelos para explicar um flagelo que se repete todos os dias em todos os lugares e passível de acontecer a todas as mulheres que num país desconhecido tentam encontrar um futuro melhor.

De 19 a 26 de Fevereiro às 21h30
Local de apresentação: Casa da Esquina
Reservas a partir das 16h30: 239041397 / 929090628

Blogue: http://sentiumvazio.blogspot.com/

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Workshop Todos os objectos são um potencial instrumento de percussão para ADULTOS E JOVENS (T.O.P.I.P.)

CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

- Dinâmicas de grupo:

  1. Jogos de apresentação;

  2. Jogos de desinibição;

  3. Técnicas de atenção e concentração;

  4. Técnicas de organização;

  5. Jogos de estímulo da mente criativa.

- Conceitos básicos de ritmo;

- Técnicas de execução rítmica;

- Aplicação prática em instrumentos e objectos;

- Apresentação dramática;

- Símbolos para a orquestração;

- Orquestração/ apresentação.


METODOLOGIA

O workshop será dividido em cinco secções:

- Secção A: apresentação e organização do grupo;

- Secção B: construção/ transformação dos instrumentos

- Secção C: preparação dramática e auditiva

- Secção D: Estudos e práticas rítmicas no corpo e em instrumentos;

- Secção E: Apresentação final


Datas | 1, 2 e 3 de Março de 2011

Horário | 19h00

Formador | Vítor Rodrigues

Custo da formação | 25 euros

Inscrições e Informações | geral@casadaesquina.pt

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Tricotando pela casa...

Agora que começamos o ano e faz um frio de rachar, juntamo-nos à volta da escalfeta e tricotamos contra a intempérie todos os sábados pelas 15:30h mais coisa menos coisa. Enquanto o sábado não chega e para ir aguçando o apetite, aqui fica o novíssimo "ai que me caíu uma malha!", ainda um bocadinho embrionário mas que dará em breve será um espaço de troca, esperemos.
Fica então a sugestão.